| O Espaço de exibição é amplo e confortável. |
24 maio 2011
CINE MIRANTE PRIVILEGIA CINEMA NACIONAL E INOVA COM ESPAÇO DE EXIBIÇÃO
17 maio 2011
Aparando as pontas (e as arestas também...)

Eu era a dona do salão, claaro! E foi com muito orgulho, vivendo intensamente a fantasia, que eu comecei a mexer no cabelão dela (que vou confessar, nessa época era bem melhor que o meu. rsrsrs).
Penteei, escovei, fiz rabo de cavalo, trança, amarrei de todas as formas possíveis... E sempre conversando com ela imitando o jeito do personagem que tinha visto na TV.
12 julho 2010
Arrogância pura...
Gosto de músicas diferentes, de coisas diferentes, de pessoas diferentes. Nada meu se parece com o da maioria.
E até me habituei a isso. Não que eu goste, que isso fique bem claro, mas me acostumei mesmo! Tudo que mais gosto de fazer, acabo sempre fazendo sozinha...
Triste, mas pelo menos eu parei de tentar me adaptar, me moldar pra não ficar só.
Talvez chegue a ser chata e pareça louca por tanta diferença com o todo.
Se eu me acho melhor que os outros? Talvez...
Porque gosto tanto do que é a minha essência que não consigo entender como os outros podem não gostar do que eu gosto. Se eu acho tudo tão fascinante, tão divertido, tão... tocante! Minhas músicas, meus livros, meus amores, minha vida, meu mundo! Tudo lindo! Eu acho...
E enquanto só eu achar continuo assim... sozinha. Pena que eu não possa compartilhar. Já tentei, mas não entendem mesmo. Desisti a contragosto, querendo ainda muito compartilhar minha vida. Mas ela parece só essa imensidão sem fim de gente que vem, fica pouco e vai embora!
Vem o vazio, mas em seguida eu me encho de novo com as coisas que eu gosto tanto em mim. E volto a viver no meu mundo, que não é o de mais ninguém. Mas a sensação do vazio deixa sequelas e eu me viro em outra pessoa.
Se eu me acho melhor do que os outros? Claro! Confesso! Sou mesmo melhor...
Completamente rendida...
06 julho 2010
Cadê a minha mocinha. afinal de contas?
03 julho 2010
Sem chuteiras!
02 julho 2010
Você ninguém me tira.
E me assusta porque veio até mim como amigo que nunca seria olhado como homem. E se tornou homem num segundo em que me descuidei da razão. Tão rápido como veio, o desejo foi embora, Assustando como o barulho que fez meu coração quando chegou até ele essa vontade doida e essa saudade louca (suas palavras). Tudo assustador, apavorante.
E eu tão corajosa, tão certa de minhas ideias, sucumbi. Assim como você que violou pensamentos importantes e veio pra mim sem pestanejar, mas igualmente assustado.
E onde foi isso tudo? Se tão rápido quando veio, o desejo foi embora? Se tão forte como surgiu, também desapareceu sem deixar vestígio?
Restou cá em nós, esse amor assim de verdade. Assim muito forte. Assim tão real. Em mim é tão grande que nem sei como cabe, que ameaça entornar e respingar tudo ao redor. Um amor que mantém a saudade louca e o querer estar perto. Que faz uma hora parecer dois segundos e espalha na minha pele, não mais inflamada agora, seu cheiro de manjericão.
Um amor dos fraternos que me deixa sempre a certeza de que não estou sozinha, de que eu tenho pra quem correr, de que alguém no mundo é como eu e sabe como eu me sinto.
Já não me lembro de nenhuma frustração. Só penso na próxima vez em que poderei deitar no seu colo e falar da vida, reclamar e dizer o que está bom sabendo que tenho seus ouvidos só pra mim.
Se isso não é amor, não sei então o que pode ser!
Se isso não é amizade, não conheço o conceito da palavra!
Só sei e reconheço cada dia mais que amo demais tudo isso!
E não importa quanto passe o tempo... Nem quantas pessoas apareçam... Nem quantos cafunés eu receba durante a vida... Você ninguém me tira!
De coração, pra você, meu manjericãozinho! Rsrsrsrs.
Obrigada (não pela cerveja...)
Sentada no sofá, minha tia dormindo o sono dos justos, meu primo Lu numa balada, meu primo Caio na casa da namorada e eu pensando no quanto ia ser ruim ficar ali, sozinha, esperando o sono vir. Com o coração apertado de saudade do meu celular em Minas que tocava sem parar (eu até reclamava quando os amigos insistiam muito pra eu sair).
Senti vontade de uma cerveja gelada. Zerada (pq no fim de mês é lei ficar sem um puto no bolso), perguntei para o meu primo Leandro (ele AINDA não tinha saído) se ele ia chegar muuuito tarde e se, quando voltasse, poderia me trazer uma latinha pra eu matar minha vontade de, de certa forma, realizar um plano do sábado.
Nem sei o que ele respondeu e pra ser sincera nem me lembrei mais disso. Rs.
Por isso quando dez minutos depois de sair, ouvi um soar de buzina na porta e vi que era ele de volta, me assustei. Pensei até que tivesse esquecido alguma coisa.
Mas quando eu cheguei meu coração ficou feliz demais da conta. Enxerguei a latinha de cerveja (na verdade, um latão) que ele tinha procurado e voltado só pra me trazer. Não foi pela lata, eu juro, embora eu goste bastante de uma cervejinha. Rsrs. Foi a atitude de pensar que eu estava ali sozinha e que aquilo era uma forma de eu me ocupar de alguma maneira, de me sentir feliz.
Tomei aquela cerveja com tanto gosto e repetindo pra mim mesma em voz alta uma verdade que já sei há tempos, mas não custa recordar. E concluí mais uma vez que não há como não amar meu primo Leandro.
Primo, valeu pela força de todos os dias, todas as horas e todas as situações! Sem você e sem a sua família (que agora é ainda mais minha que antes), eu nada seria aqui e agora!
09 junho 2010
São Paulo? Ruim? Só pra quem não tem amigos...
Se eu tenho saudades? Claro! Das pessoas, da minha cama, do amor da tia Maria e dos grandes amigos que ainda estão lá.
Mas São Paulo tem me encantado e muito...
Primeiro porque aqui todo dia eu vejo uma coisa diferente. Desde a árvore que tem no caminho do meu trabalho e que parece debruçar-se sobre a fachada de um prédio querendo abraçá-lo até o movimento das ruas. E que movimento! Carro pra lá, carro pra cá, avião sobe, avião desce...
E eu aqui no meio de tudo, pequena, observando, abstraindo as novas sensações e viajando em busca do que eu quero pra minha vida.
Acho que foi por isso que eu desabei na segunda passada. Meio perdida, querendo entender minha missão no mundo e sem um lampejo de razão, sem uma dica dos céus que me dissesse, afinal, o que eu vim fazer neste mundo doido.
Nada aqui é doce nem leve tampouco fácil. Foi o que acordei pensando na segunda e o que me fez querer sumir, morrer ou virar uma nuvem que pode se dar ao luxo de só observar lá de cima sem a obrigação de tomar atitude alguma. Cheguei mesmo a me perguntar se tinha alguma coisa boa nesta cidade que havia me recebido assim meio a contragosto (era o que eu pensava).
Sorte a minha que o meu anjo de guarda já tinha me mandado socorro e eu conheci no mundo real o meu amigo Ronaldo (Ro, para os íntimos) que veio praticamente me segurar no colo me dando um pouco de conforto. E pra quem não acredita em amizade virtual, EU REPITO: ela existe SIM!! E fica ainda mais divertida quando passa a ser real.
Papeando num buteco que eu nem me lembro o nome, tomando suco de laranja (ele preferiu suco de goiaba que, pasmem, tinha gosto de goiaba mesmo!), recuperei um pouco do ânimo com essa cidade. Porque no sorriso do meu amigo e no papo descontraído sobre assuntos diversos, eu senti que aqui tem sim gente boa, gente legal e gente engraçada. E gente que se preocupa comigo de verdade!
E na minha luta contra o mau humor, tão comum entre os que compreendem como funciona o mundo, eu ganhei um aliado, uma força a mais e, tomara, um companheiro de horas engraçadas regadas com humor inteligente.
Não é mais só um blogueiro que visita o meu blog e deixa comentários super fofos.
Agora é amigo REAL e "dos bão" (como diria a mineirada que é minha amiga desde sempre).
Ro, obrigada pela força e pelo papo que me fez gostar um pouquinho dessa cidade que, como eu, é doida, mas nem sempre é tão acolhedora.
Depois do Ro, agora só falta a Ro, irmã não-biológica que mora em BH e que eu ainda não conheço! Vem pra São Paulo, Ro! A cidade é boa, mas com você ela pode ficar ainda melhor!
05 fevereiro 2010
Tiê: a doçura da simplicidade

Não sabia nada dela, nunca tinha ouvido, mas a sua música e sua voz entraram na minha vida de forma tão intensa que quis dividir a minha nova paixão.
Cantora paulistana que ganhou experiência rodando pelo mundo ao lado de Toquinho.
De voz doce, destacou-se como intérprete, para depois experimentar suas composições. E que composições! Suas letras falam ao coração e verbalizam o que muitas pessoas sentem, mas não conseguem expressar.
Ela fala de amor, de saudade, de decepção, de superação, de crescimento.
Tiê me cativou e me pergunto o motivo de ela não ter espaço na mídia aberta. Parece-me mais a prova de que o é bom sempre tem pouco ou nenhum espaço.
Interessado em conferir? Este post traz o link de uma de suas composições, 5º andar, do álbum Sweet Jardim.
Atentem para a simplicidade e a leveza com que sua música invade os ouvidos!
http://www.youtube.com/watch?v=6z0jPG5RuE0
Um viva à boa música!!!

